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sábado, outubro 27, 2007

The Skatalites (ska) e Mancha Negra (Oi!) ao Vivo no Porto (cartazes de concertos)

Os The Skatalites actuam no próximo dia 12 de Novembro no Teatro Sá da Bandeira, no Porto. Um dia depois da sua actuação em Lisboa, esta instituição do Ska tradicional ruma para terras do norte.

Também na cidade do Porto, na Casa Viva, mas no dia 17 de Novembro, actuam os Mancha Negra, banda Oi! nortenha. A actuação desta banda, que se pensava extinta, juntamente com mais outras 4 bandas (Cabeça de Martelo, Mr. Myagi, Bloody Disgrace e D.M.G.) é apresentada em jeito de jornada-concerto antifascista.

PS: Os autores deste blog colocam aqui este cartaz já que nele se encontram bandas que se enquadram na área musical que divulgamos. O facto de ser um concerto organizado pelo MAP (Movimento Antifascista Português) merece alguns apontamentos. O Antifascismo em si não é mais do que um nome quando sabemos que nesses movimentos se encontram indíviduos que apoiam movimentos e acções que apesar de se afirmarem em campos opostos ao fascismo, acabam por ser muito similares a este. Queremos com isto dizer que o fascismo ou tendências totalitárias podem ser tanto de direita como de esquerda. O movimento Skinhead, Punk, Hardcore deve manter uma certa distância relativamente a todas as correntes políticas. Não deve ser apolítico. Deve sim manter a autonomia em relação a todas aquelas correntes políticas que quiserem tirar proveito deste. A auto-organização, o faça-você-mesmo e espírito de rebeldia deve ser a marca destas sub-culturas. Não devemos ver o skinhead, punk e hardcore como um fim político. Para isso existem os movimentos, os partidos, associações, etc. Como skinheads, punks, etc, devemos ver as sub-culturas de que fazemos parte como um meio de dar algum brilho às nossas vidas, da forma mais autónoma possível. Os anti isto e anti aquilo são uma forma de cairmos em guetos e lutas menores. Penso que devemos ser afirmativos. A favor de coisas como a autonomia, livre organização da nossa sub-cultura pelas nossas próprias mão. Criar zines, páginas na net, bandas, editoras, distribuidoras, bares, lojas, salas de ensaios, concertos, encontros, convívios, etc...tudo num espírito de autonomia em relação a todas as correntes políticas. Ao fazermos isso estamos sem qualquer dúvida a criar raízes e formas de estar que vão contra qualquer totalitarismo, seja ele de direita, esquerda, religioso, etc. Esta forma de estar não implica que fora destas sub-culturas, e como cidadão, qualquer um de nós não possa participar de qualquer forma, se assim o desejar, na vida política do seu bairro, cidade, país e ai por diante.

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2 Comentários:

  • oh! marreco!
    os comentarios para os skatalites tambem sao os mesmos para o festival rock do porto??

    Por Anonymous rrrr, Às 7:48 da tarde  

  • o concerto foi organizado autonomamente e é antifascista porque o fascismo e contra a apologia de autonomia pois qualquer politica pede que haja alguma fgorma de governaçao sobre o individuo, extinguindo a sua individualidade e autonimia, o d.i.y. foi a raiz do concerto, espero que nao façam confusoes, ANTIFASCISMO nao e um partido politico, e uma postura

    o organizador

    Por Anonymous Anónimo, Às 2:20 da tarde  

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